Como funciona?

A ordem dos passos não altera a experiência final.

Navegue um pouquinho até se apaixonar pela ideia de fazer desse um mundo mais humano, onde o compartilhar faça novamente parte da experiência humana.

Cadastre-se no site inserindo alguns dados básicos a partir dai você estará apto a doar ou receber doações.

Se você vai doar, selecione itens bons e próprios para consumo, preparados de acordo com as normas de boas práticas da vigilância sanitária, que estejam em boas condições de uso, mas não serão mais utilizados por você.

Selecione alimentos bacanas, que você amou preparar ou comprar mas não usa mais. Coisas legais, viu? A gente quer que navegar no Comida Invisível seja como um passeio pela história da alimentação, por mercados, como se estivéssemos navegando em um mar de aromas e sabores.

E aí é hora de vender o peixe: fotografe com capricho esses itens para valorizar sua doação. Faça o upload das fotos (fotografar pelo celular é mais fácil para fazer o upload. Sim, nos temos o Comida Invisível disponível em todas as plataformas!). Ao cadastrar sua doação, dê detalhes, descreva o estado, suas características, a forma de armazenar e preparar, se o alimento requer algum tipo especial de veiculo para retirar (refrigeração, bolsa térmica...) e também conte uma história legal. Quem recebe as doações também quer herdar histórias.

Você que está doando, indique no chat se poderá entregar os alimentos ou se prefere que venham buscar e também especifique bem as datas e horários para que a doação ocorra. Preste atenção na comunicação, após receber um pedido, informe se você aceita doar para aquela pessoa. Há um chat disponível para você se comunicar com o interessado na doação. Conversem, combinem e aproveite para conhecer o destino dos itens que estão sendo doados. Há muitas instituições realizando lindos trabalhos e também pessoas precisando de alimentos. Pense que a sua atitude de doar pode mudar a vida de alguém.

Pode acontecer de ter mais de um interessado naquela doação, nesse caso, caberá ao doador escolher quem será o sortudo que receberá os alimentos. Após pleitear a doação, fique atento ao seu email pois a confirmação se o seu pedido foi aceito ou não virá através de um email e mensagens na plataforma COMIDA INVISÍVEL. Não seja estabanado nem ansioso demais indo até o estabelecimento sem saber se seu pedido foi aceito pelo doador.

No momento em que a doação se efetiva, quem recebe assume a responsabilidade pelos alimentos doados e toda a responsabilidade por cuidar bem daquele alimento. No aplicativo também orientamos a melhor forma de armazenar, transportar e preparar os alimentos, seguindo a legislação sanitária. Também indicamos um link com as orientações da Anvisa, caso haja alguma dúvida.

Agora você já pode doar! Seja bem-vindo! Faça várias ofertas e aumente as chances de ver nascer um mundo sem desperdício. Um mundo onde o compartilhar é um fato e você pode ser um agente que combate a fome e a desigualdade do mundo.

A negociação é feita pela troca de mensagens no próprio aplicativo.

Lido? Você já é quase um expert em Comida Invisível. Só falta praticar.

Quer saber tanto quanto a gente? Continue lendo abaixo.

O seu cadastramento

Como faço para me cadastrar?

Clique no botão “Cadastre-se” e siga o passo a passo. Depois de se cadastrar você poderá navegar na ferramenta e inserir ou procurar itens para doar. Depois de feito o cadastro, sempre que for entrar novamente, basta informar seu email e a senha escolhida no momento do cadastro.

O que vocês farão com as minhas informações de cadastro?

Informações mais resumidas, você encontra em Condições de Uso. E mais detalhadas, na Política de Privacidade.

Tá com preguiça de clicar lá?

Usaremos seus dados para oferecer para você coisas que sejam mais alinhadas ao seu perfil. Caso você requeira uma doação, enviaremos seus dados ao doador (nome, endereço, CPF/CNPJ) para que ele possa emitir os documentos necessários para que a doação aconteça. Além disso, as imagens dos seus cards de doação poderão ser usadas para divulgação na nossa fan page do Facebook e Instagram e também para ações de comunicação do Comida Invisível.

Pessoa física pode usar a plataforma para doar/receber doações?

Pessoas físicas podem se cadastrar para doar e receber doações, mas para receber, caberá aos doadores (restaurantes, hotéis, supermercados, empórios) decidirem se aceitam doar para pessoa física ou se pretendem priorizar ONGs, Bancos de Alimentos, Fundações, Causas.

Afinal, não é proibido doar alimentos?

Nunca foi proibida a doação de alimentos. Se fosse, não haveriam os bancos de alimentos em todo Brasil e seu lindo trabalho (em São Paulo instituído pela Lei nº 13.327, 13 de fevereiro DE 2002, diversas outras cidades também possuem legislação similar). As mesmas normas que valem para a venda de alimentos também se aplicam na doação.

A grande questão, que acaba gerando medo nos estabelecimentos é a responsabilidade civil, saber se se aplica a responsabilidade civil objetiva (na qual o estabelecimento responde independente de ter dado causa ao dano) ou subjetiva (na qual ele só responderia se houvesse comprovação de ter agido com dolo, ou seja, em clara intenção de causar mal a alguém).

A dúvida permaneceu por não haver, na legislação sanitária federal de alimentos, um regulamento referente à doação de alimentos preparados, servidos em serviços de alimentação. Em razão da inexistência de uma regra clara na legislação sanitária federal sobre essa questão e com o intuito de que não haja dúvidas acerca da isenção de responsabilidade civil na doação de alimentos a fim de restar claro que o estabelecimento apenas responde se tiver agido com dolo, existem 30 Projetos de Lei tramitando no Congresso Nacional nesse sentido. O primeiro projeto de lei nesse sentido foi proposto em 1998 e ainda permanece sem conclusão, uma tristeza enorme ter um tema dessa importância e relevância tratado com tamanha morosidade.

Mas ainda que isso aconteça, precisamos avaliar o contexto jurídico em que o direito à alimentação surge e analisar a legislação genérica de responsabilidade civil para compreendermos melhor esse tema.

O direito humano à alimentação surge no mundo em 1948 no Pacto das Nações Unidas, e está contemplado no artigo 25 da Declaração Universal dos Direitos Humanos de 1948. Sua definição foi ampliada em outros dispositivos do Direito Internacional, como o artigo 11 do Pacto de Direitos Econômicos, Sociais e Culturais e o Comentário Geral nº 12 da ONU. No Brasil, somente em 2010, resultante de amplo processo de mobilização social, foi aprovada a Emenda Constitucional nº 64, que inclui o direito à alimentação nos direitos e garantias fundamentais, sendo inserido no artigo 6º da Constituição Federal.

O direito humano à alimentação adequada consiste no acesso físico e econômico de todas as pessoas aos alimentos e aos recursos, como emprego ou terra, para garantir esse acesso de modo contínuo. Ao afirmar que a alimentação deve ser adequada entende-se que ela seja adequada ao contexto e às condições culturais, sociais, econômicas, climáticas e ecológicas de cada pessoa, etnia, cultura ou grupo social.

Para garantir a realização do direito humano à alimentação adequada o Estado brasileiro tem as obrigações de respeitar, proteger, promover e prover a alimentação da população. Por sua vez, a população tem o direito de exigir que eles sejam cumpridos.

Para entendermos os limites de responsabilidade civil que devem ser aplicados nesse tema, enquanto não existe uma norma federal da vigilância sanitária acerca do assunto, precisamos analisar o capítulo genérico de responsabilidade civil do nosso Código Civil, que é a norma central para esse tema.

Em relação a responsabilidade civil, o que é mais importante de se ter em mente são os artigos 927 e 931, do Código Civil:

Art. 927. Aquele que, por ato ilícito (arts. 186 e 187), causar dano a outrem, fica obrigado a repará-lo.

Parágrafo único. Haverá obrigação de reparar o dano, independentemente de culpa, nos casos especificados em lei, ou quando a atividade normalmente desenvolvida pelo autor do dano implicar, por sua natureza, risco para os direitos de outrem.

Art. 931. Ressalvados outros casos previstos em lei especial, os empresários individuais e as empresas respondem independentemente de culpa pelos danos causados pelos produtos postos em circulação.

Ora, da análise desses artigos, uma empresa só pode ser responsabilizada por doar alimentos apenas se não observar os casos “ressalvados em lei especial”, isto é, a legislação consumerista, a Política Nacional de Resíduos Sólidos, a Lei Orgânica da Assistência Social e todo o Conjunto de normas de Vigilância Sanitária (especialmente mas não se limitando as seguintes legislações da ANVISA: Portaria 2.535/03, a CVS 6/99, Portaria SVS/MS nº326, de 30 de julho de 1997, Resolução-RDC Anvisa nº275, de 21 de outubro de 2002, Resolução-CISA/MA/MS nº10, de 31 de julho de 1984, Resolução-RDC n° 216, de 16/09/2004). Como é dever de todo restaurante, padaria, bar, hotel, supermercado observar as normas sanitárias, doar ou vender alimentos resultam nas mesmas responsabilidades.

Além disso, em São Paulo, a Portaria CVS 5/13, da Anvisa, estabelece:

Art. 51. É permitida a reutilização de alimentos para fins de doação gratuita, incluindo-se as sobras, em quaisquer das etapas da produção, desde que tenham sido elaborados com observância das Boas Práticas, descritas nesta norma, entre outras estabelecidas pela legislação sanitária vigente. As sobras de alimentos não incluem os restos dos pratos dos consumidores.

Nesse sentido convém lembrar ainda que na plataforma de doação do Comida Invisível, em relação a responsabilidade pelos alimentos doados, a partir do momento que a entidade (ONG, Banco de Alimentos, Fundação, pessoa física) requer o alimento e se compromete a buscar, indicando um responsável técnico, ela assume integralmente a responsabilidade pelos alimentos doados e pelo destino que dará aos mesmos, tanto em relação ao preparo desses alimentos como em relação as pessoas (assistidas pela ENTIDADE ou pela própria PESSOA FÍSICA) que receberão esses alimentos, devendo cuidar dos alimentos seguindo as orientações da vigilância sanitária. Esse termo tem força legal (é um contrato e vincula as partes). Portanto, tomamos todos os cuidados e orientamos de todas as formas para que não ocorram problemas jurídicos na doação dos alimentos mas há que se ter em mente que tanto na venda de alimentos quanto na doação pode haver um questionamento jurídico e nesse caso, depende sempre do juiz ponderar a força dos documentos apresentados. Quando a doação é realizada na plataforma COMIDA INVISÍVEL, todos os logs dos documentos e das conversas são registrados e armazenados, a fim de garantir segurança para as partes envolvidas na transação.

O nosso ponto aqui vai além da questão jurídica, se eu preparei um alimento, cuidei desse preparo, observei a legislação sanitária para vender, porque não confio nisso tudo que fiz para doar/oferecer?! Precisamos sair do MEDO que nos assola. Se mais e mais gente pensar assim podemos transformar o rumo dessa história.

Por medo o mundo desperdiça 1.6 bilhões de toneladas de alimentos por ano, o que equivale ao PIB da Austrália!

Cadastrando seus produtos para doar

O que posso oferecer? E não posso oferecer?

Tudo que seja bom e próprio para consumo, elaborado de acordo com as normas de boas práticas estabelecidas pelos órgãos sanitários, tudo que seja bonito, bacana, que esteja em perfeitas condições de uso e que não seja ilegal, nem imoral (ou engorde rsrsrs), que não respire.

Trocando em miúdos, são proibidos produtos impróprios para consumo, preparados em desacordo com as normas sanitárias, animais, drogas, remédios controlados e qualquer outra bizarrice que possa tentar aparecer aqui e que a gente nem imaginou para poder exemplificar. E lembre-se: você é responsável pelo que publica aqui.

Que tipo de alimentos oferecer?

Os alimentos incríveis que você preparou mas que não foram comercializados, aqueles produtos que estão próximos do prazo de validade, as sobras, em quaisquer das etapas da produção, desde que tenham sido elaborados com observância das Boas Práticas, da legislação sanitária vigente. As sobras de alimentos não incluem os restos dos pratos dos consumidores.

Dicas para publicar um item

1. Crie um título vendedor. E dê os mínimos detalhes do item, se for publicar uma cesta com vários produtos, descreva cada um deles. Esclareça as condições do produto, indique como armazenar corretamente, se o produto precisa de algum tipo de transporte específico. Conte também como ele foi preparado.

2. Capriche na foto. Se você é um bom fotógrafo amador ou um expert no Instagram, sabe que uma boa foto vende muito melhor um item ou ideia do que uma foto tosca. Mas se você foge de qualquer câmera, até a do celular (iPhone ou Android), siga esse passo a passo.

Como ficar bem na foto?

Dicas para tirar uma foto razoável com um celular

- Coloque o item na frente de uma parede branca. Se der, deixe a base de apoio branca também – com um papel ou um tapete claro. É um jeito improvisado de se fazer um fundo infinito e de dar destaque para a peça.

Figura 1- Evite base escura Figura 2- Fundo e base brancos destacam melhor o objeto

- Evite o contra-luz. Isto é, a fonte de luz deve estar nas suas costas e não na sua frente. Caso contrário, o objeto vai ficar escuro e o fundo, claro demais.

- Afaste outros objetos que estejam ao redor do que será fotografado. Deixar sua foto bacana vale um empurra-empurra.

Figura 3 - Vários itens na foto, mas só um para trocar... Figura 4 - O chão poderia ser branco, mas assim já melhorou

- Caso o tamanho do objeto não seja de conhecimento comum, é bom colocar um outro objeto ao lado como referência de escala. Exemplo: colocar um lápis ao lado de uma pequena escultura.

- Tire fotos de vários ângulos, para que o interessado tenha noção de suas proporções.

Posso usar uma foto que achei na internet de um produto igual ao meu, como a do iPhone?

Só se você tiver autorização para essa divulgação dada pelo fotógrafo e lembrar que você é responsável por isso. Caso contrário, capriche para fazer uma boa foto.

O mais legal é tirar fotos daquilo que será doado mesmo, pois assim, não geramos falsas expectativas em quem vai receber os alimentos.

Não estou conseguindo fazer o upload da foto. O que pode ter acontecido?

Certifique-se que não está tentando fazer o upload de uma foto muito pesada e em caso afirmativo, sugerimos que você utilize algum programa para reduzir o tamanho da foto. Veja alguns sites que disponibilizam essa funcionalidade:

http://www.reduzfoto.com.br/

Publiquei um item para trocar e ele não aparece ou sumiu. O que aconteceu?

Várias coisas podem ter acontecido. Uma delas é que seu item ofertado pode não ter passado pelo crivo da curadoria. Moças exigentes elas , viu? Mas não desista. A gente tem certeza de que você tem coisas tão legais quanto as que vê por aqui. De qualquer forma, se foi esse o caso, você vai receber um email do Comida Invisível.

Pedimos que tente novamente seguindo todos os passos de publicação no site e, caso novamente tenha apresentado problema, mande para a gente um email (contato@comidainvisivel.com) que resolveremos o seu problema.

Realizando a doação

Como vou saber que a pessoa vai me entregar um produto bom e próprio para consumo?

A gente do Comida Invisível acredita na boa fé das pessoas. Além disso, no cadastro, há sempre a indicação do responsável técnico, que é a pessoa que tem condições de saber se o alimento é bom e próprio.

Lembre-se que a reputação é importante, tanto na internet, quanto no mundo real.

Mas você precisa fazer sua parte.

- Troque suas mensagens de negociação pelo próprio Comida Invisível pois assim tudo fica registrado.

- Ao pleitear a doação, você se compromete a ir buscar ou receber o item doado e aceita o formulário se responsabilizando pelo alimento a partir do momento que o receber; ele é um contrato.

- Respeite o local, a data e hora de retirada ou recebimento da doação, Ao se encontrarem, tomem um café, tirem uma fotinho e mandem para a gente (contato@comidainvisivel.com.br). E façam a troca. A gente vai adorar publicar nas redes essas lindas conexões do bem.

Combinei de encontrar a pessoa e ela não apareceu. E agora?

A gente acredita que o mais provável é que vocês tenham se desencontrado ou que houve um justo motivo para que a pessoa não tenha comparecido. Assim, sugerimos que você entre em contato com a pessoa, no campo de mensagens do Comida Invisível para entender as razões do desencontro e combinar nova data para a realização da troca. Afinal, todos merecem uma segunda chance, não é mesmo?! Se mesmo assim não se efetivar a doação, aguarde um novo interessado.

Qual a lei que rege as doações realizadas por aqui?

Não é pelo fato de estarmos na Internet que estamos em uma terra de ninguém. Todas as leis brasileiras, que tiverem relação com o tema aqui tratado, podem ser aplicadas. Dentre elas estão a Constituição Federal, o Código Civil, o Código de Defesa do Consumidor, a legislação sanitária, a Lei Orgânica da Assistência Social, a Política Nacional de Resíduos Sólidos dentre outras.

Outras questões importantes

Precisa entrar em contato com o Comida Invisível e não sabe como?

Ah, essa é fácil, minha gente! Envie um email para contato@comidainvisivel.com que responderemos rapidamente.

Caso tenha interesse em obter o release para imprensa, entre em contato através do email contato@comidainvisivel.com.br.

Posso vender produtos no Comida Invisivel?

Não, por enquanto o Comida Invisível é um local destinado a doação de alimentos bons e próprios para consumo que perderam o valor comercial.

O Comida Invisivel faz a intermediação das doações realizadas?

Não, o Comida Invisível apenas aproxima as pessoas interessadas em trocar itens e facilita a busca dos itens interessados, funcionando como uma vitrine.

O Comida Invisivel é pago?

O Comida Invisível é um serviço gratuito para pessoas físicas e para ONGs que desejam doar e receber alimentos pela plataforma.

As pessoas jurídicas que desejam utilizar a plataforma pagam uma mensalidade com um valor bem tranquilo, preço de um almoço executivo. Esse valor nos ajuda a manter a plataforma ativa e aumentar as funcionalidades dela. Nessa corrente do bem todos ganham.

Além do plano básico, que permite a doação através da plataforma, temos também o plano MIND - mapa de indicadores do não desperdício. A assinatura do MIND permite além da doação que o estabelecimento realize o acompanhamento de 5 Grupos de Indicadores:

1. Geração de Resíduos (orgânicos e recicláveis)

2. Correto Destino de Resíduos (orgânicos e recicláveis)

3. Perda de Mercadorias

4. Consumo de Recursos

5. Administrativos & Financeiros

Consultas dos Indicadores consolidados mensalmente, com comparações:

Evolução mensal (série histórica de até 36 meses)

Entre outros estabelecimentos da região geográfica

Entre outros estabelecimentos de mesmo porte e categoria

O Comida Invisível assume alguma responsabilidade pelas trocas realizadas no site?

Não, o Comida Invisível apenas aproxima as pessoas com interesse para a realização da doação e orienta os passos para uma doação segura. Os interessados na doação assumem integralmente a responsabilidade pelas doações realizadas no site.